domingo, 5 de abril de 2009


Uma bela canção!

Uma linda voz!

... Alma de uma Mulher.


adrianatcravo 25 jul 2008

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Mulheres


Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, disfarçadas entre nós.

Pare para refletir sobre o sexto-sentido.
Alguém duvida de que ele exista?

E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?

E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento?

E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece?
O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!
"Leve um sapato extra na mala, querido.
Vai que você pisa numa poça..."

Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado...

O sexto-sentido não faz sentido!

É a comunicação direta com Deus!
Assim é muito fácil...
As mulheres são mães!
E preparam, literalmente, gente dentro de si.
Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?

E não satisfeitas em ensinar a vida elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral.
Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe", "coração de mãe"...

Tudo isso é meio mágico...
Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos "anjos da guarda" de Seus filhos (que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança).

As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?

Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens...

É choro feminino. É choro de mulher...
Já viram como as mulheres conversam com os olhos?

Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto
com apenas um olhar.
Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.
E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.
Quantos tipos de olhar existem?

Elas conhecem todos...

Parece que frequentam escolas diferentes das que frequentam os homens!
E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.

EN-FEI-TI-ÇAM !

E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas?
Para estudar os homens, é claro!
Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...

Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro".
Quer evidência maior do que essa?
Qualquer um que ama se aproxima de Deus.
E com as mulheres também é assim.

O amor as leva para perto dEle, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas.
É sabido que as mulheres confundem sexo e amor.
E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.
Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.
Mas elas são anjos depois do sexo-amor.
É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos.
E levitam.
Algumas até voam.
Mas os homens não sabem disso.
E nem poderiam.
Porque são tomados por um encantamento
que os faz dormir nessa hora.

(Luís Fernando Veríssimo)

terça-feira, 31 de março de 2009

HAMLET




Escrita por William Shakespeare, a tragédia de Hamlet permanece como a peça mais celebrada em toda a história do teatro mundial. Desta vez, o texto é encenado por Wagner Moura.



A peça se passa no Castelo de Elsinor, na Dinamarca, onde o fantasma do Rei Hamlet aparece para seu filho, o príncipe Hamlet, e exige uma vingança. O espectro diz ter sido envenenado pelo próprio irmão, Claudio, enquanto dormia. Claudio acaba se casando com a Rainha Gertrudes, mãe de Hamlet, roubando de seu pai a um só tempo a vida, a coroa e a mulher. Paralelamente, Hamlet se apaixona pela jovem Ofelia, filha de Polonio, conselheiro de Claudio e Gertrudes, e irmã mais nova de seu amigo Laertes.



Ficha Técnica:

Texto: William Shakespeare
Tradução: Aderbal Freire-Filho com Barbara Harrington e Wagner Moura
Direção: Aderbal Freire-Filho
Elenco:
Wagner Moura, Tonico Pereira, Carla Ribas, Georgiana Góes, Caio Junqueira, Cláudio Mendes, Fábio Lago, Felipe Koury, Gillray Coutinho e Marcelo Flores
Cenário: Fernando Mello da Costa e Rostand Albuquerque
Iluminação: Maneco Quinderé
Figurinos: Marcelo Pies
Trilha Sonora: Rodrigo Amarante
Produção Executiva: Nil Caniné
Direção de Produção: Sérgio Martins
Realização: Sérgio Martins & Wagner Moura



INFORMAÇÕES
Local: Oi Casa Grande
Preço(s): R$ 80,00 (balcão) e R$ 90,00 (plateia).
Data(s): Até 31 de maio de 2009.
Horário(s): Sexta e sábado, 20h30; domingo, 19h30

segunda-feira, 30 de março de 2009

Ser MULHER


Temos muito do que nos orgulharmos,
muito a refletir e também muito a lamentar. Anos de lutas,
de conquistas, de sofrimento, anos de aprendizado...
Lutamos tanto por liberdade, por igualdade, por dignidade, para sermos respeitadas como ser humano e, no entanto, comportamo-nos tolamente. Apesar de tantas vitórias, muitas de nós ainda desconheçam
o verdadeiro significado de ser uma mulher.

Em pleno século XXI, continuamos a ser subjugada.
E não por um homem, mas por nós mesmas. Tanto desamor!
Por que nos torturamos assim? Tornamos nosso próprio algoz.
Infeliz da mulher que constrói castelo de cartas.
Baseia toda sua vida numa ilusão.


Ah, Mulher!
Como pode contentar-se em ser amante de um homem

quando devia ser a SENHORA?
Se contenta em ser escrava, um mero objeto...

Por que se utilizar dos dotes físicos para conseguir vantagens
quando já é dona de um fabuloso tesouro?
Por que se comportar de forma tão leviana?
Rastejar como um animal peçonhento
quando devia portar-se como uma deusa.
Confunde liberdade com promiscuidade.
Por que nos portar de forma tão indigna se somos tão especiais?
Como pode negar sua essência divina?
Insensatas sóis.
Semeias tempestade e colherás sofrimento.

Aparentamos ser tão frágeis e somos tão fortes!
Mais fortes que imaginamos. Uma verdadeira fortaleza.
Somos capazes de amar incondicionalmente.
De ir à lua, de até conquistar o mundo com sutileza e graciosidade.
Mas infelizmente, muitas de nós são incapazes
de respeitar a si próprias, de amar-se, de se aceitar.
Querem ser respeitadas, mas não se respeitam.
Querem ser amadas, mas não se amam.
Muitas, ao menos, têm noção da dimensão do que é ser uma mulher. Deixam acorrentar-se por uma ditadura insana. Absurda. Cruel.
Tornaram-se escravas da beleza. Estar sempre bela a qualquer custo, mesmo que o preço seja a própria vida. Passam por cima de si mesmas e para quê?

A beleza nunca foi tão exaltada. Cada vez mais, pessoas estão se atirando numa busca insensata e insana atrás da eterna juventude, da uma beleza irreal. Homens, mulheres e até crianças! A constante insatisfação com a aparência física é um forte sinal de baixa auto-estima.
Este parece ser o mal do século.

Não há nada de errado em querer ser bela, em cuidar da aparência.
O mal está no exagero. Num padrão de beleza tão rígido que poucas conseguem alcançar. Muitas procuram o caminho mais fácil.
Para que “perder” horas dentro de uma academia quando é possível conseguir um resultado imediato com uma plástica.
A cirurgia plástica tornou-se algo banal. Parecem esquecer que uma cirurgia é sempre uma cirurgia, contém riscos e pode levar à morte.

Mulheres morrem ou são mutiladas todas as semanas. Atiraram-se em dietas malucas, algumas chegam ao cúmulo de parar de comer.
Tudo para ter o “corpo perfeito”. Já somos naturalmente bela sem artifícios. Ao invés de nos preocuparmos tanto com nossa aparência exterior, devíamos alimentar o nosso mundo interior. Enriquecê-lo.
Somos mais do que um corpo. Somos mulheres.
Nossas avós foram mais sábias.
Devíamos aprender com elas a arte de ser mulher.

Somos belas em todas as idades. Devemos envelhecer com dignidade.
A beleza física é a primeira a nos abandonar.
O que realmente permanece é a beleza genuína, nossa essência. Podemos ter uma vida plena, saudável em qualquer idade, rica em experiências... quando envelhecemos com sabedoria.

Alguma vez já se perguntou “O que é ser uma mulher?”
“Qual é a real dimensão disso?”

Joana D’Arc, apesar da pouca idade, foi uma mulher de verdade.
Ela morreu pelo que acreditava. Foi eternizada por aquilo que era, por suas atitudes, por sua coragem e não por algum atributo físico. Poderia citar inúmeras mulheres ao longo da história. Grandes mulheres.
Então por que não seguirmos o exemplo de alguma delas?
Devemos honrá-las, assim como nos orgulhar de ser mulher.

Lembre-se podemos ser o que quisermos. A vida a tratará exatamente
com você se trata. Porte-se de forma medíocre e será assim tratada.
Valorize-se e será valorizada. Repito, não somos apenas um corpo.
Reflita um pouco e se pergunte:
Que tipo de mulher, eu sou? Estou sendo autêntica?
Honesta comigo, com meus ideais, com meus sentimentos?
Ou deixei-me corromper pelas pessoas, pelos acontecimentos,
pela sociedade. Orgulho-me de quem sou?
Sou uma mulher de verdade ou apenas um rascunho inacabado de mim?
Sou digna de ser chamada MULHER?

terça-feira, 24 de março de 2009

Mulheres de Atenas



Mulheres de Atenas é um clássico.


jetcarro 15 ago. 2007

quarta-feira, 18 de março de 2009

Você sabe o que é Adenomiose?

Segundo reportagem publica no jornal O Globo,
cresce o número de mulheres com
adenomiose e endometriose.

Duas doenças que a pouco tempo
eram consideradas raras.

A suspeita é que o estilo de vida da mulher
contemporânea esteja alterando o sistema
imunológico feminino.

Estima-se que 15% a 20% das mulheres do mundo
tenham endometriose e 10%, a adenomiose.


A adenomiose também é conhecida como adenomioma ou endometriose interna. Afinal de contas, o que é adenomiose?
É uma uma patologia uterina caracterizada pela presença de glândulas e estroma endometrial (o revestimento interno do útero) dentro do miométrio (a camada muscular grossa do útero), podendo levar ou não à hipertrofia das fibras musculares uterinas, com aumento do volume do órgão, nunca, porém, tão acentuado como nos casos dos miomas. Entretanto, pacientes com adenomiose freqüentemente também têm leiomioma ou endometriose.

A adenomiose pode ser focal, envolvendo apenas o útero, ou difusa. Neste último caso, o útero torna-se mais pesado e volumoso.
Clinicamente a presença de adenomiose uterina leva a um aumento do fluxo menstrual (menorragia) e das cólicas uterinas (dismenorréia), diminuindo assim a qualidade de vida das pacientes. O diagnóstico pré-operatório da adenomiose pode ser suspeitado pela ultra-sonografia vaginal e pela ressonância magnética.


O diagnóstico de adenomiose só pode ser confirmado após o exame de amostras da parede uterina feito por um patologista, e a causa é desconhecida. A doença atinge em geral mulheres acima de 30 anos que tenham tido filhos, sendo rara em mulheres que não tenham tido uma gestação a termo.


Sintomas:
• sangramento menstrual abundante ou prolongado (50% das pacientes)
• menstruação dolorosa
o nova manifestação de cólicas menstruais
o piora progressiva (20% das pacientes)

Obs.: Em alguns casos as pacientes podem não manifestar sintomas.

A causa da adenomiose é desconhecida, embora possa estar associada a algum trauma uterino que possa ter rompido a barreira entre o endométrio e o miométrio, o que pode ocorrer, por exemplo, em razão de gravidez, operação cesariana ou ligadura de trompas.


Tratamento:

As opções de tratamento incluem o uso de antiinflamatórios não-esteróides e a supressão hormonal, para alívio dos sintomas. A histerectomia é a única opção de cura permanente.
Uma histerectomia pode ser necessária nas pacientes com sintomas intensos, e que ainda não estão próximas da menopausa.


Marque uma consulta com seu médico
se estiver na faixa de 30 anos ou mais,
foi gestante e não tenha feito um check-up ginecológico
(incluindo o exame ginecológico) nos últimos 2 a 3 anos.

Fonte: http://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/article/001513sym.htm http://pt.wikipedia.org

Materia: http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2007/09/12/297691336.asp