oliveiramarcilene — 18 fev. 2009
Homenagem à mulher brasileira!!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
DEPOIMENTO
Elba Ramalho fala sobre a cirurgia para retirada de nódulo no seio
Carmen Moreira, iG Rio de Janeiro
Elba Ramalho passou por um grande susto ao descobrir um nódulo no seio. Detectado logo no início, felizmente a cirurgia teve grande êxito, como relatou a própria cantora através de sua assessoria de imprensa. “Fiz, há alguns dias, uma cirurgia para a retirada de um nódulo de cinco milímetros no seio. De origem hormonal e baixa malignidade, não apresentou nenhuma complicação mais grave, tanto na estrutura da mama como no tratamento pós-operatório”, contou.
Elba aproveitou para alertar outras mulheres sobre a importância tanto do auto-exame, quanto de visitas periódicas ao médico para a prevenção do câncer. “Espero que meu caso sirva como estímulo a todas as mulheres acometidas deste mal que, tratado a tempo e devidamente, pode ser solucionado”, disse, generosa.
Cheia de energia, a cantora, que está comemorando 30 anos de carreira, já voltou para a estrada para cumprir sua extensa agenda de shows pelo Brasil.
FONTE: http://babado.ig.com.br/noticias/2010/04/29/elba+ramalho+fala+sobre+a+cirurgia+para+retirada+de+nodulo+no+seio+9471913.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
sábado, 24 de abril de 2010
Sem crise dos 30

Os 30 anos deixaram de ser um estigma para as mulheres,
que continuam a traçar planos e a perseguir seus sonhos
sem a obrigação de ser apenas esposa, mãe e dona de casa.
Por Diego Dacaxque continuam a traçar planos e a perseguir seus sonhos
sem a obrigação de ser apenas esposa, mãe e dona de casa.
Não é de hoje que as mulheres de 30 anos estão no alvo de especialistas, habitam o universo de escritores e despertam a atenção dos interessados em comportamento de uma maneira geral. Diferente de outros tempos, as trintonas de hoje têm questões que vão muito além do casamento e dos filhos. A maturidade dessas mulheress não está necessariamente ligada ao envelhecimento. Ao contrário, cada vez mais elas figuram na lista das mais desejadas por homens de todas as idades e traçam planos.
Em uma de suas crônicas, Mario Prata deixa clara a sua atração pelas moças que já chegaram às três décadas de vida: "o que mais me encanta nas mulheres de 30 é a independência. Moram sozinhas e suas casas têm ainda um frescor das de 20 e a maturidade das de 40", registra o cronista. Na mesma direção, o escritor francês Honoré de Balzac, em um trecho de seu clássico A Mulher de 30 Anos, escreve: "Tome a mesma moça aos 20 e aos 30 anos. No segundo momento, ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro".
Extensão dos 20
Com aparência de umas sete primaveras a menos, a produtora de moda Harlem Marau, 32 anos, conta que não vê muita diferença dos 20 para os 30. "Os 30 estão sendo consequência das coisas que eu vivi nos 20", reflete. A idade não fez com que ela diminuísse o ritmo das baladas ou restringisse sua vida de qualquer outra forma. Ao contrário, ela continua a fazer tudo o que sempre fez, às vezes até com mais intensidade.
"O volume de informação que se tem hoje faz com que a gente veja as coisas de outro jeito, não é aquela coisa de ser só mãe, esposa e dona de casa, a vida profissional tem uma importância bem maior", opina Harlem. Pouco depois de completar 30 anos, ela terminou um relacionamento e ficou mais firme em relação à sua carreira ligada à moda.
Para a psicóloga Olga Tessari, a realização profissional é de fato uma característica marcante na mulher contemporânea. "Mas questões sentimentais, como casar e ter filhos, também continuam a fazer parte da vida dessas mulheres", afirma a especialista. "A mulher ainda é criada para ser dona de casa, mãe, esposa e, somando-se a isso tudo, profissional", explica Olga.
Mãe, esposa, profissional...
Mãe há dez meses, esposa há mais de cinco anos e profissional na área de administração financeira há cerca de 12, Renata Fagundes vive todos esses papéis sem crise. "Eu sempre fui muito desencanada, continuo tomando meus porres e falando palavrões, mas em algumas rodas eu tento ser mais senhora (risos)", revela.
Aos 32 anos, Renata afirma que não teve a famosa crise dos 30, mas teme que isso ocorra mais tarde: "Acho que os 40 vão me deprimir. Com 30 você ainda é jovem, com 40 já vira coroa e aí eu tenho medo de fazer papel de ridícula porque sei que não vou amadurecer mais".
Nesse sentido, a psicóloga Olga avisa que é importante estabelecer prioridades e traçar planos. "É bom a mulher pensar sobre onde e com quem quer estar quando chegar aos 40, 50 anos. Isso, de certa forma, será consequência do que ela está fazendo agora", aconselha.
Mas essa dica não funcionará muito bem para Renata: "Olha, eu não sou muito de fazer planos e nem os 30 me fizeram mudar isso. O que sei é que ano que vem irei no cruzeiro do Roberto Carlos", confessa bem humorada.
Fonte:
http://www.guiadasemana.com.br/Rio_de_Janeiro/Mulher/Noticia/Sem_crise_dos_30.aspx?ID=62613
terça-feira, 20 de abril de 2010
Kathryn Bigelow
Uma mulher conseguiu um feito inédito,
ser agraciada com um dos prêmios
mais cobiçado de hollwood:
A de melhor diretora.
ser agraciada com um dos prêmios
mais cobiçado de hollwood:
A de melhor diretora.

Kathryn Bigelow tornou-se a primeira mulher a levar o Oscar de melhor direção por sua performance em "Guerra ao Terror", sobre uma equipe de soldados norte-americanos no Iraque.
Ela foi apenas a quarta mulher a ser indicada ao Oscar nesta categoria, na qual competiu este ano com ex-marido, o diretor de "Avatar" James Cameron.
Conhecida como uma cineasta de filmografia com temática mais associada ao mundo masculino - como "K-19 - The Widowmaker" (2002), "Estranhos Prazeres" (95) e "Caçadores de Emoção" (91) -, Kathryn Bigelow segue a mesma linha em "Guerra ao Terror", um drama de guerra ambientado no Iraque.

O filme enfoca a guerra como uma insanidade histérica e cega e mostra piedade também por algumas vítimas iraquianas.
Conheça a dura realidade destes soldados e descubra que, ao contrário do que todos eles pensam, a luta jamais terminará..
Guerra ao Terror (The Hurt Locker)
Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2010/03/08/kathryn-bigelow-1a-mulher-levar-oscar-de-melhor-direcao-916010119.asp
imagemfilmesbr — 3 fev. 2009
LEIA MAIS:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Kathryn_Bigelow http://blogs.opovo.com.br/buchicho/oscar-2010-kathryn-bigelow-leva-o-premio-de-melhor-direcao-e-guerra-ao-terror-e-o-melhor-filme/ http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u703661.shtml
domingo, 18 de abril de 2010
MARGARIDA I, UMA GRANDE RAINHA

Margarida I nasceu no Castelo Vordingborg, filha de Valdemar IV da Dinamarca. Casou aos 10 anos, com o rei Haakon VI da Noruega, o mais novo e o único filho sobrevivente de Magnus VII da Noruega e II da Suécia. Rainha da Noruega, Dinamarca e posteriormente regente da Suécia, fundadora da chamada «União de Kalmar» que unificou todos os reinos escandinavos num único país.
Rainha
A Dinamarca não tinha a tradição de permitir às mulheres reinarem e por isso quando seu filho morreu, ela foi rebatizada de "Senhora do Reino da Dinamarca". Teve o seu próprio tratamento de "Rainha da Dinamarca", durante o ano de 1375. Normalmente Margarida era referida como "Margarida, pela graça de Deus, filha de Valdemar da Dinamarca" e "Legítima herdeira da Dinamarca" quando se refere à sua posição na Dinamarca. Outros simplesmente referem-na como a "Senhora Rainha". O Papa Bonifácio IX escreveu para ela como "Rainha da Dinamarca" ou "Rainha da Dinamarca, Noruega e Suécia".
No que se refere à Noruega, ela era conhecida como Rainha (rainha-consorte, então rainha viúva) e regente. Na Suécia, ela era Rainha viúva e Regente geral. Quando ela casou com Haakon, em 1363, ele foi ainda co-rei da Suécia. Margarida, apesar de ser deposta, nunca abandonou o título.
Fonte: Wikipédia
SAIBA MAIS
http://pt.wikipedia.org/wiki/Margarida_I_da_Dinamarca,_Noruega_e_Su%C3%A9cia