quarta-feira, 28 de maio de 2014
VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA - A voz das brasileiras
Vídeodocumentário popular produzido por Bianca Zorzam, Ligia Moreiras Sena, Ana Carolina Franzon, Kalu Brum, Armando Rapchan. Produzido a partir de depoimentos reais de mulheres, gravados em suas próprias casas com webcam, celular e máquina fotográfica.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Estupros no Brasil crescem e superam número de homicídios, revela estudo
As estatísticas de segurança pública no Brasil apontam que, em 2012, os casos de estupro superaram os de homicídios dolosos (ou seja, com intenção de matar), com 50.617 ocorrências contra 47.136 assassinatos.
TAXAS SE ESTUPRO NO BRASIL
26,1%
ESTADOS COM AS MAIORES TAXAS
RORAIMA - 52,2%
RONDÔNIA - 49%
SANTA CATARINA - 45,8%
ESTADOS COM AS MENORES TAXAS
PARAÍBA - 8,8%
RIO GRANDE DO NORTE - 9,9%
MINAS GERAIS - 10,1%
* POR GRUPO DE 100 MIL HABITANTES
FONTE:FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA
Os dados integram o 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que será divulgado na cidade de São Paulo, nesta terça-feira (5), pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
De acordo com o levantamento, os dois crimes tiveram crescimento ano passado em relação a 2011. Entretanto, o percentual de alta foi maior entre os casos de estupro: em 2012, com as 50.617 ocorrências, foram 26,1 estupros por grupo de 100 mil habitantes -- 18,17% a mais que em relação a 2011, quanto a taxa era de 22,1.
Já os homicídios dolosos cresceram 7,8% em 2012 em relação a 2011, de modo que a taxa subiu de 22,5 mortes por grupo de 100 mil habitantes para 24,3 ano passado.
Segundo a pesquisa, os Estados com as maiores taxas de estupro para cada 100 mil habitantes foram Roraima, Rondônia e Santa Catarina. Já as taxas mais baixas se concentraram na Paraíba, no Rio Grande do Norte e em Minas Gerais.
Entre os Estados que lideram os casos de homicídios dolosos, no topo está Alagoas, com 58,2 mortes por grupo de 100 mil habitantes, mas no qual houve redução expressiva da taxa: 21,9% a menos que em 2011.
Por outro lado, o Amapá, que tem a menor taxa de morte por grupo de 100 mil habitantes, teve o maior aumento na taxa de homicídios ao passar de 3,4 mortes por grupo de 100 mil habitantes, em 2011, para 9,9 em 2012 --avanço de 193,9%.
Além do Amapá, as menores taxas de morte por grupo de 100 mil habitantes foram registradas em Santa Catarina (11,3), São Paulo (11,5), Roraima (13,2), Mato Grosso do Sul (14,9), Piauí (15,2) e Rio Grande do Sul (18,4).
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/11/04/estupros-no-brasil-crescem-e-superam-numero-de-homicidios-revela-estudo.htm
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Mesmo com a Lei Maria da Penha, aumenta número de casos de violência contra a mulher
Cerca de 92 mil mulheres foram assassinadas em todo o mundo nos últimos 30 anos, de acordo com estudo apresentado nesta terça-feira (19), pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Comissão Permanente de Acesso à Justiça e Cidadania e do Departamento de Pesquisas Judiciárias. Deste número, 43,7 mil foram mortas apenas na última década, o que denota aumento considerável deste tipo de violência a partir dos anos 90.
A violência contra as mulheres constitui, atualmente, uma das principais preocupações do Estado brasileiro, pois o Brasil ocupa o sétimo lugar no ranking mundial dos países com mais crimes praticados contra as mulheres.
Segundo o relatório, o Espírito Santo apresenta a taxa de homicídio mais alta do país, com 9,8 homicídios a cada 100 mil mulheres. No Piauí, foi registrada a menor taxa, com 2,5 homicídios para cada 100 mil mulheres.
O local onde mais comumente ocorrem situações de violência contra a mulher é a residência da vítima, independente da faixa etária. Até os 9 anos de idade, conforme foi identificado pelo estudo, os pais são os principais agressores. A violência paterna é substituída pela do cônjuge e/ou namorado, que preponderam a partir dos 20 até os 59 anos da mulher. Já a partir dos 60 anos, são os filhos que assumem esse papel.
Conforme o Mapa da Violência 2012, e a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/IBGE), ambos apresentados no relatório, mesmo após o advento da Lei Maria da Penha, a violência contra a mulher é significativamente expressiva no Brasil. Os registros de homicídio e agressão têm aumentado nos últimos anos.
O decréscimo nas taxas de homicídio no ano de aplicação da Lei Maria da Penha (2006) e o subsequente aumento dessas mesmas taxas nos anos seguintes indicariam que as políticas atuais necessitam de constante monitoramento para a efetiva mudança no quadro de violação dos direitos das mulheres. O relatório também aponta a persistência da vulnerabilidade da mulher no âmbito de suas relações domésticas, afetivas e familiares, visto que em quase metade dos casos, o perpetrador é o parceiro, ex-parceiro ou parente da mulher.
Falta estrutura Desde o advento da Lei Maria da Penha, em 2006, até o primeiro semestre de 2012, foram criadas 6612 varas ou juizados exclusivos para o processamento e julgamento das ações decorrentes da prática de violências contra as mulheres. O estudo analisou apenas os juizados de competência exclusiva e concluiu que é preciso dobrar o número dos referidos juizados para atender à demanda atual no país. Atualmente, são 66 unidades, mas o ideal seriam 120. Também é preciso tornar o atendimento mais proporcional nas cinco regiões do país
O estudo recomenda a instalação de 54 varas ou juizados da violência contra a mulher, especialmente em cidades do interior com grande concentração populacional, para atender de forma adequada à demanda existente. Observa-se que Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina possuem a pior relação entre população feminina e o quantitativo de varas ou juizados exclusivos.
O relatório apresenta uma proposta completa de melhoria na espacialização das unidades judiciárias no Brasil, considerando-se critérios demográficos, urbanos e sociais. Contém o Mapa da Violência 2012 que traça perfis de agressores e vítimas e dados quantitativos das principais opressões sofridas pelas mulheres além de dados importantes sobre o quantitativo de procedimentos que estiveram em trâmite nas varas e nos juizados exclusivos de violência contra a mulher nos seis primeiros anos desde o advento Lei.
http://ibdfam.jusbrasil.com.br/noticias/100407232/mesmo-com-a-lei-maria-da-penha-aumenta-numero-de-casos-de-violencia-contra-a-mulher
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Mais sobre a cartilha “Mulher, Vire a Página”
A cartilha “Mulher, Vire a Página”, foi criado para a mulher entender se está ingressando em ciclos de violência, quais são os seus direitos e como procurar ajuda. O lançamento aconteceu no mês de setembro, na capital paulista, na ocasião da oficialização do GEVID - Grupo de Enfrentamento à Violência Doméstica, do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), e foram distribuídos mais de 20 mil exemplares para a população em geral. Outros exemplares podem ser adquiridos em órgãos públicos e entidades que trabalham com a defesa da mulher no Estado de São Paulo. Também é possível visualizar e baixar a cartilha via internet no Ministério Público.terça-feira, 8 de maio de 2012
Mais de 43 mil mulheres foram mortas no País na última década, diz estudo
Estudo complementar do mapa da violência revela que taxa de homicídio cresceu 217,6% em 30 anos; marido ou ex é o agressor em 65% dos casos.
Em 30 anos, no período de 1980 e 2010, aproximadamente 91 mil mulheres foram assassinadas no Brasil - 43,5 mil só na última década. Os números, divulgados nesta segunda-feira, são alarmantes e foram revelados pelo estudo complementar do mapa da violência 2012. A taxa de mortes nesses 30 anos passou de 1.353 para 4.297, o que representa um aumento de 217,6%.
O mapa da violência de 2012, pesquisa coordenada pelo sociólogo Júlio Jacobo Waiselfiz, mostrou ainda que um ano após a lei Maria da Penha ser implantada, em setembro de 2006, as taxas de homicídio apresentaram visível queda (de 4,6 para 3,9 mortes em cada 100 mil mulheres). Já a partir de 2008, a violência retoma os patamares anteriores, com 4,4. Segundo o estudo, isso revelaria que as atuais políticas ainda são insuficientes para mudar a situação das mulheres no Brasil.
Em pouco menos da metade dos casos, o agressor é o parceiro (ou ex-parceiro) da mulher (42,5% do total de agressões). Se comparada a idade da vítima entre 20 e 49 anos, 65% das agressões tiveram autoria do namorado, marido ou do ex. Com a pesquisa ficou claro que, em quase 70% dos casos, a agressão acontece no ambiente famiiar, a própria residência da vítima.
Ranking da violência
Em todo o País, o Estado mais violento foi o Espírito Santo, com uma taxa de 9,4 homicídios em cada 100 mil mulheres. Com isso mais que duplica a média nacional e quase quadruplica a taxa do Piauí, Estado que apresenta o menor índice (2,6).
Já nas capitais, a taxa de homicídios chegou a 5,1. Os índices mais altos de assassinatos foram encontrados em Porto Velho, Rio Branco, Manaus e Boa Vista, todas da região Norte, com níveis acima de 10 mortes para cada 100 mil.
O estudo citou ainda que, com base nos dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), entre os 80 países do mundo, o Brasil ocupa o 7º lugar como uma das nações com de elevados níveis de feminicídio.
Meio e reincidência
Em mais da metade dos casos analisados (56%), a força corporal ou o espancamento são os meios mais utilizados pelos agressores nesse quadro de violência contra a mulher. Outros casos mais comuns são: ameaça (22,4%), uso de objeto perfurante/cortante (8,2%), objeto contundente - como pedaço de madeira ou ferro (4,8%) e enforcamento (3,8%).
O índice da reincidência também surpreendeu. Em 51,6% dos atendimentos foi registrada a reincidência, em aproximadamente 38 mil casos. Esse cenário é mais forte entre as vítimas entre 20 e 60 anos ou mais – índice chega a 62,5%.
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2012-05-07/mais-de-43-mil-mulheres-foram-mortas-no-pais-na-ultima-decada-di.html
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Brasileiras no exterior terão disque-denúncia contra violência
Mulheres brasileiras em situação de violência que vivam em Portugal, Espanha e Itália terão um canal de comunicação com o governo federal para denunciarem agressões. O serviço é uma ampliação do 180, Central de Atendimento à Mulher, já presente em todo território brasileiro.
" Esse é um programa para atender mulheres brasileiras fora do país, que são vitimizadas de formas diferentes. Mas o que as unifica é a necessidade de orientação e amparo para resolver seus problemas ", diz a ministra da Secretaria de Política para Mulheres, Iriny Lopes.
Segundo ela, há mulheres vítimas de violência doméstica, de cárcere privado e há outras ludibriadas por organizações criminosas com falsas promessas de emprego que acabam cedendo à prostituição.
" Essas são vítimas de violência moral, física, sexual e, por isso, estamos disponibilizando o 180 para encaminhar seus problemas ", acrescenta, explicando que o que vai reger a solução dessas questões são acordos internacionais, através de consulados e embaixadas.
A ministra revela que esse serviço na Espanha, em Portugal e na Itália pode ser ampliado para outros países. Antes, entretanto, é preciso verificar a eficácia do atendimento prestado pelo países a suas cidadãs.
Da mesma forma que no Brasil, a Central de Atendimento à Mulher 180 vai funcionar 24 horas por dia, de segunda até domingo, inclusive feriados. a ligação é gratuita.http://www.blogger.com/img/blank.gif As mulheres em situação de violência na Espanha devem ligar para 900 990 055, discar a opção 3 e, em seguida, informar à atendente (em português) o número 61-3799.0180.
Em Portugal, devem ligar para 800 800 550, também fazer a opção 3 e informar o número 61-3799.0180. E, na Itália, as brasileiras podem ligar para o 800 172 211, fazer a opção 3 e, depois, informar o número 61-3799.018. O serviço da Central conta com a parceria do Ministério da Justiça e suporte de embaixadas e consulados. Da Agência O Globo
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
ONU lança campanha para acabar com violência contra a mulher
A Organização das Nações Unidas lança na terça-feira uma iniciativa com 16 itens para acabar com a violência contra as mulheres, na qual considera essencial a educação em igualdade desde a infância, disse à agência EFE a diretora-executiva da ONU Mulheres, a chilena Michelle Bachelet. "Temos que trabalhar muito mais com as crianças e ensinar desde pequenos o respeito entre os seres humanos, entre homens e mulheres", disse a ex-presidente do Chile (2006-2010) em entrevista.
ONU Mulheres lança neste ano, por causa do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, celebrado no dia 25 de novembro, uma chamada concreta aos líderes mundiais para que apliquem em suas políticas 16 pontos chave para acabar com toda forma de violência dirigida ao gênero feminino.
Bachelet disse que a mensagem lançada este ano pela ONU pede que os Governos garantam às mulheres "proteção, prevenção e provisão de serviços", e destacou a vital importância na educação das crianças. "Começamos com a educação das crianças desde pequenos e depois alcançamos o compromisso com os jovens", afirma.
Bachelet apresenta esses 16 pontos na sede central da ONU em Nova York e acompanhada pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. Um dos pontos é trabalhar com jovens e crianças, já outro pede aos Governos que redobrem esforços para mobilizar também os adultos contra a violência e promover a igualdade entre os gêneros.
Entre os outros 14 passos, se destaca o pedido aos Governos para que ratifiquem os tratados internacionais sobre o assunto, adotem e reforcem suas legislações, http://www.blogger.com/img/blank.gifdesenvolvam planos de ação próprios, acabem com a impunidade nos casos de violência e garantam o acesso universal a serviços básicos de saúde e justiça.
Para a diretora-executiva da ONU Mulheres, é preciso acabar com o fato de que 603 milhões de mulheres ainda vivam em países onde a violência contra elas não é um delito, que mais de 60 milhões de meninas sejam dadas em casamento ainda menores, e que entre 100 e 140 milhões de mulheres e meninas tenham sofrido mutilação genital.
FONTE: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5481312-EI294,00-ONU+lanca+campanha+para+acabar+com+violencia+contra+a+mulher.html
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Mapa da Violência
- O que é violência doméstica contra a mulher?
- Por que acontece a violência contra a mulher?
- Por que a mulher agredida continua na relação?
Fonte: Instituto Avon / Ipsos – Percepções sobre violência Doméstica contra a Mulher no Brasil
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
Na esfera jurídica, violência significa uma espécie de coação, ou forma de constrangimento, posto em prática para vencer a capacidade de resistência de outrem, ou a levar a executá-lo, mesmo contra a sua vontade. É igualmente, ato de força exercido contra as coisas, na intenção de violentá-las, devassá-las, ou delas se apossar.
Existem vários tipos de armas utilizadas na violência contra a mulher, como: a lesão corporal, que é a agressão física, como socos, pontapés, bofetões, entre outros; o estupro ou violência carnal, sendo todo atentado contra o pudor de pessoa de outro sexo, por meio de força física, ou grave ameaça, com a intenção de satisfazer nela desejos lascivos, ou atos de luxúria; ameaça de morte ou qualquer outro mal, feitas por gestos, palavras ou por escrito; abandono material, quando o homem, não reconhece a paternidade, obrigando assim a mulher, entrar com uma ação de investigação de paternidade, para poder receber pensão alimentícia.
Mas nem todos deixam marcas físicas, como as ofensas verbais e morais, que causam dores,que superam, a dor física. Humilhações, torturas, abandono, etc, são considerados pequenos assassinatos diários, difíceis de superar e praticamente impossíveis de prevenir, fazendo com que as mulheres percam a referencia de cidadania.
A violência contra a mulher, não esta restrita a um certo meio, não escolhendo raça, idade ou condição social. A grande diferença é que entre as pessoas de maior poder financeiro, as mulheres, acabam se calando contra a violência recebida por elas, talvez por medo, vergonha ou até mesmo por dependência financeira.
Atualmente existe a Delegacia de Defesa da Mulher, que recebe todas as queixas de violência contra as mulheres, investigando e punindo os agressores. Como em toda a Polícia Civil, o registro das ocorrências, ou seja, a queixa é feita através de um Boletim de Ocorrência, que é um documento essencialmente informativo, todas as informações sobre o ocorrido visam instruir a autoridade policial, qual a tipicidade penal e como proceder nas investigações.
Toda a mulher violentada física ou moralmente, deve ter a coragem para denunciar o agressor, pois agindo assim ela esta se protegendo contra futuras agressões, e serve como exemplo para outras mulheres, pois enquanto houver a ocultação do crime sofrido, não vamos encontrar soluções para o problema.
A população deve exigir do Governo leis severas e firmes, não adianta se iludir achando que esse é um problema sem solução. Uma vez violentada, talvez ela nunca mais volte a ser a mesma de outrora, sua vida estará margeada de medo e vergonha, sem amor próprio, deixando de ser um membro da comunidade, para viver no seu próprio mundo.
A liberdade e a justiça, são um bem que necessita de condições essenciais para que floresça, ninguém vive sozinho. A felicidade de uma pessoa esta em amar e ser amada. Devemos cultivar a vida, denunciando todos os tipos de agressões (violência) sofridas.
Fonte: http://www.portaldafamilia.org/artigos/artigo323.shtml
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Tributo à mulher
(estadao.com.br)
Ligue 180
CLAUDIOGOSPELSANTOS | 1 mar. 2009
Leia mais
http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_capas&view=capas&tplay=sub&capaid=7&Itemid=32
http://www.violenciamulher.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1213&Itemid
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Em busca do equilíbrio
Cada vez mais procuradas nas academias, as artes marciais exercitam corpo e mente e garantem boa forma e bem-estar.
Por Amanda Jacomelli
Embora muitos ainda considerem a arte marcial como uma atividade agressiva e tipicamente masculina, esse tipo de esporte mostra-se, cada vez mais um exercício completo, capaz de equilibrar corpo e mente e proporcionar convívio social. E as mulheres, ainda minoria entre o público, ganham cada vez mais espaço nos tatames, em busca de defesa pessoal e boa forma.
"Hoje, nós mulheres não queremos mais ser o sexo frágil. Eu sou japonesinha, baixinha e procurei a arte marcial para acabar com esse ar de indefesa", conta Michelle Mayumi Segawa, de 26 anos. Depois que começou a praticar Hapkido, há dois anos, a jovem conta que, além de perder peso, ganhou autoconfiança. "Eu sempre fui muito insegura em várias coisas e senti que minha autoconfiança melhorou muito. Também emagreci e fiz muitas amizades. Para mim, arte marcial é algo que vicia, que você começa a fazer e não consegue parar nunca mais", diz.
Muito mais do que luta, golpes, tombos, socos e pontapés, a arte marcial traz em sua essência ensinamentos milenares da cultura oriental; como respeito ao próximo e a si mesmo, humildade, perseverança, lealdade, disciplina, autoconfiança e autoconhecimento. "Cada aluna vem com um histórico de vida diferente e tentamos desenvolver em cada uma aquilo que mais precisa durante os treinos. As pessoas tendem a desenvolver diversas características praticando a arte marcial, pois ela ajuda a entender seu corpo e seus sentimentos ao enfrentar desafios", explica Flávio Augusto de Oliveira, mestre em Hapkido (4º Dan), Campeão Mundial de Hapkido 2008 , Bicampeão Internacional de Artes Marciais 2004 e 2006, Pentacampeão Brasileiro 1997 a 2001 e Tetracampeão Paulista 1997 a 2000 na modalidade.
Segundo Flávio, a filosofia da arte marcial é ensinada no tatame, levada para o dia a dia dos competidores e passado para os amigos, familiares e colegas de trabalho. Já os resultados podem ser sentidos no físico, na mente e nas relações interpessoais. "As artes marciais nos colocam em situações nas quais lidamos com nossas frustrações e limitações, nos fazendo aprender a lutar sempre e vencer quando possível, a entrar em contato com outras pessoas, lidar com elas e, consequentemente, evoluir a cada momento", destaca. Uma ótima opção para quem busca equilíbrio, a luta é também uma excelente aliada para quem quer perder peso ou manter a forma: cada aula queima, em média, de 800 a mil calorias. "A arte marcial desenvolve o corpo todo, trabalhando força, flexibililidade, condicionamento aeróbio e anaeróbio, agilidade e resistência", completa o mestre.
Por onde começar Hapkidô, Jiu-Jitsu, Karatê, Muay Tay, Taekwondo... São muitas as opções para quem pretende incluir a arte marcial na sua agenda de atividades. Mas qual modalidade escolher? Primeiramente, pesquise sobre as artes marciais para conhecer as técnicas, o aquecimento, os objetivos e a filosofia. Depois, a dica é visitar as academias, assistir a algumas aulas e fazer um treino experimental. "Não acredite em professores que oferecem resultados fáceis e faixas rapidamente. A filosofia marcial não se baseia em chegar à faixa preta. Praticar artes marciais é algo para ser entendido como uma extensão do dia a dia. Não há fim no processo de treinamento porque o aprendizado é constante, independente da idade", ressalta Flávio.
Cuidados com a alimentação Para resultados mais rápidos e duradouros, o esporte deve ser aliado a uma alimentação saudável e balanceada. Alimentos ricos em gorduras saturadas, colesterol e açúcar devem ser evitados. Na hora do treino, não esqueça de hidratar o corpo com água ou sucos naturais ou à base de soja. "A soja traz benefícios para quem pratica esportes porque ajuda no aumento da massa magra e no combate aos radicais livres", explica.
Confira alguns benefícios das artes marciais: * Aprimoramento físico: força, resistência, tônus muscular, flexibilidade, postura, coordenação motora e desenvolvimento da capacidade cardiovascular e respiratória. * Aprimoramento psicológico: auto-confiança, auto-conhecimento, concentração e prontidão. * Aprimoramento social: sociabilidade, respeito, disciplina, humildade, lealdade, amizade e perseverança.
Fonte: Guia da semana
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Pesquisa revela:

- No Brasil, a cada 15 segundos uma mulher sofre algum tipo de agressão.
- 70% das mulheres vítimas de assassinato no mundo foram mortas por seus próprios companheiros.
DENUNCIE!
LIGUE 180
SAIBA MAIS
http://reporterdecristo.com/porque-as-mulheres-sao-assassinadas-ou-sofrem-nas-maos-dos-homens/
http://revistamarieclaire.globo.com/Marieclaire/0,6993,EML831416-1740,00.html
http://www.adital.com.br/site/noticia2.asp?lang=PT&cod=26775
http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=20712
http://www.folhavitoria.com.br/site/?target=noticia&cid=15&ch=dd226ee744b3fd8d310ae502cb82d460&nid=179961
sábado, 20 de março de 2010
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Ligue 180
Defenda seus direitos.
Ligue
180.
de segunda à domingo, inclusive feriados.
A ligação é gratuita e o atendimento é de âmbito nacional.
http://200.130.7.5/spmu/gerenciamento/atendimento_mnulher.php
sábado, 24 de outubro de 2009
Golpe: Sedutor da internet

Os Sedutores sempre existiam. Seja na ficção ou na realidade, eles podem ser extremamente periogosos. Diariamente centenas de mulheres são vítimas deste tipo de homem. Quem pensa que a internet é um lugar seguro para conhecer pessoas, está muito enganado.
Cuidado, você pode estar se relacionando com um psicopata ou ser vítima de um golpe. Não acredite em tudo que um desconhecido diz. Eles costumam ser extremamente sedutores, galantes e interessantes. Mostram-se atenciosos e preocupados com nosso bem-estar. É do tipo que cultiva amizades.
Depois da entrega, começa o pesadelo. Mostram a verdadeira face. Geralmente eles se aproximam de mulheres casadas, carentes, que tenha uma boa situação financeira, mulheres com idades entre 35 e 40 anos."Quem vê cara não vê coração". É triste ter de admitir, mas nos dias hoje, é aconselhável desconfiar de tudo e todos. Infelizmente.
IMPORTANTE:
- Cuidado com as informações que você dá no seu Orkut, MSN e Comunidades.
- Tenha cautela com solicitações de adicionar amigos ao MSN. Se você não conhece a pessoa por que vai adicioná-la?
- O Google é uma grande ferramenta de pesquisa, quando você sabe usar. PESQUISE.
- Quando receber solicitações de desconhecidos.
- Tenha cautela em conversas. Você pode fornecer dados de movimentação financeira que facilitam pedidos de empréstimos, etc. E por se sentir "envolvido", acaba perdendo o senso de perigo e cedendo a chantagens emocionais do tipo "nossa, vou perder meu carro se não pagar o financiamento, etc".
- Se você chegou num ponto em que começou a achar o papo estranho ou sentiu-se ameaçada(o) de alguma forma, vá dando prints em sites, blogs, scraps de orkut... salve os históricos do MSN e arquive tudo o que for possível identificar quem está lhe ameaçando. Já tem recurso jurídico para punir esse tipo de situação.
No mais, precaução e chá de limão não faz mal a ninguém...
Mas há também algumas mulheres carentes e ingênuas. Elas vivem sozinhas, estão bem economicamente, têm pouca ou nenhuma família e ainda crêem em príncipe encantado. Desse modo, são vítimas potenciais de tipos que ganham a confiança delas com mentiras e promessas. Esses homens constituem-se em verdadeiros predadores profissionais. Como não têm caráter e são portadores de boa dose de psicopatia, procuram mulheres estáveis financeiramente e carentes para explorar.
Em geral são solteiros ou separados boaspintas, ótimos de conversa e de cama, que nunca deram duro na vida. Já nos primeiros encontros se mostram apaixonados. Fazem um "investimento" inicial convidando amulher para o cinema ou para um restaurante. Ela, claro, encantada e "cega", porque conseguiu alguém, logo o convida para sua casa e tenta conquistá-lo com boas comidas e carinho. Quando fala em passeios, viagens, ele diz que por enquanto está sem dinheiro, mas, logo que receber uma bolada que está esperando, os dois vão poder se divertir bastante. O que a mulher pode fazer para descobrir quem é o predador? Como escapar do feitiço que promete amor, cuidado, carinho e companhia para sempre? Infelizmente, para parte delas é quase impossível. O motivo? É uma história que começa na infância. A menina é instruída a aceitar tudo para ter afeto. "Se você for boazinha", lhe dizem, "será amada; se se comportar mal, não gostarão de você." Assim, é condicionada a sufocar sua natureza animal e sua intuição, que farão falta no momento em que precisar. A mulher tem de acreditar que seu amor é valioso. Não precisa sustentar ninguém para ficar com ela. Merece ser amada pelo que é. E mais: ficar sozinha também tem seus encantos. Ver a realidade, tomar decisões não é o lado mais fácil, no entanto compensa. Nada vale mais do que o sentimento de ser inteira, coerente e dona da própria vida.
Autora: Leniza Castello Branco,
psicóloga e analista junguiana na capital paulista,
é membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA).
E-mail: eniza@castellobranco.com
LEIA MAIS:
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http://vilamulher.terra.com.br/mike-da-vida-real-3-1-30-362.html
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Persiste os crimes contra a mulher





A violência contra a mulher é um dado histórico cultural inegável não somente em nosso país, mas em diversos outros lugares do mundo.
Ao longo da existência, a mulher vem sendo subjugada nos seus sentimentos, pensamentos interesses e vontades. Passou séculos sendo obrigada a um comportamento que a violava no seu livre arbítrio, sempre a mercê de um de um comando machista e patriarcal, ditando as regras do jogo, sob a égide de um disfarçada falso moralismo.
Só que, a mulher vem vencendo vários obstáculos sociais, culturais, físicos e intelectuais, mostrando ao mundo uma incansável luta pôr seus direitos de cidadã e de ser humano. Mas o seu maior inimigo pode estar dormindo ao seu lado, comendo da mesma comida, vivendo sob o mesmo teto, fazendo-lhe filhos. Aquele que deveria compartilhar de suas vitórias na verdade ficou preso nos séculos passados, onde fazia impor suas vontades sem ser contestado e hoje, diante da queda do seu império só encontra uma fora de tentar se impor: o uso da força física da ameaça e do medo.

Principais Crimes contra a Mulher
- Constrangimento Ilegal
- Ameaça
- Calúnia, Difamação e Injúria
- Sedução
- Lesão Corporal
- Estupro
- Atentado Violento ao Pudor
ATENÇÃO PARA ESSAS DICAS
- Grite por socorro, para que alguém possa tentar impedir a agressão;
- Se você ficou muito machucada, vá logo ao Hospital Público, onde há sempre um policial de plantão que anotara sua queixa.
- Registre uma queixa na Delegacia e requeira guia para exame de corpo delito a ser feito no Instituto Médico Legal, que servirá de prova para processar criminalmente o agressor e até exigir uma indenização pelos danos causados.
- Havendo testemunhas, forneça seus nomes e endereços à Polícia para que elas possam depor a seu favor.
- Evite medicar-se por conta própria, antes de submeter-se ao exame pericial.
- Procure a assistência de um advogado.
- Procure o apoio dos grupos de mulheres e instituições de defesa dos direito das mulheres.
- Saia, de preferencia, sempre acompanhada;
- Se alguém estiver lhe seguindo, use esses recursos;
- Entre em algum estabelecimento onde haja movimento;
- Peça ajuda em qualquer casa próxima;
- Não vá para sua casa, se você mora sozinha;
- Traga um chaveiro na mão, colocando as chaves entre os dedos de modo a que possam servir de arma defexi.
- Dê-lhe uma joelhada nos órgãos genitais;
- Jogue qualquer objeto no rosto dele;
- Traga consigo um frasco de desodorante e aperte contra os olhos deles;
- Grite fogo ao invés de socorro pois assim é mais provável, que apareça alguém para ajudá-la;
- Use a criatividade, mas só reaja se você sentir que tem alguma chance de escapar.
ATENÇÃO:
- Não esqueça que, em virtude do estupro ou do atentado violento ao pudor, você poderá vir a engravidar.
- Além da gravidez, há riscos de contrair doenças sexualmente transmissíveis, inclusive AIDS. Por isso, procure logo um médico.
- Ser vítima de violência sexual pode, ainda, requerer acompanhamento psicológico, que poderá ajudá-la a enfrentar a situação.
Estima-se que 2 milhões de mulheres, a cada ano, sofram algum tipo de violência. Elas vêm de todas as camadas sociais e possuem várias profissões e níveis de escolaridade.
As estatísticas mostram um aumento cada vez maior no número de ocorrências registradas por crimes praticados contra as mulheres.
Uma em cada três mulheres já sofreu violência física ou foi submetida a algum tipo de abuso. Na maioria das vezes, o autor é o homem com o qual ela mantém,ou manteve, um relacionamento.
http://www.riocomovamos.org.br/indicadores/i0516.html
http://www.riocomovamos.org.br/indicadores/i0503.html

Mesmo violando leis e códigos, os homens ainda se acham no direito de dispor das mulheres, em nome da legítima defesa de sua honra masculina que pensam incontestável. É preciso que o homem de hoje repense a sua masculinidade, diante da nova mulher que está ai, levantando a bandeira a respeito a sua dignidade, intelectualidade, integridade física e moral e ao seu valor como ser humano.
Pela atual Constituição Federal, homens e mulheres possuem os mesmo direitos e obrigações, entretanto, no caso das mulheres, o respeito a esses direitos vem sendo desatendido, principalmente pêlos seus companheiros do dia a dia, ou pêlos "ex-companheiros", que pensam possuir direitos ad in perpetum sobre elas. Ademais, as mulheres acabam sendo vítimas, também, das "patologias sexuais", daqueles que se acham no direito de violentá-las assedia-las sexualmente.
Isso precisa acabar. É fundamentalmente importante denunciar os casos de violência contra a mulher, de qualquer ordem, e lutar para uma mudança na consciência do homem, criando-se, consequentemente, uma cultura mais civilizada.
A lei Maria da Penha, em vigor desde 2006, vale apenas para casos de violência domestica e familiar contra a mulher. Com a lei , agressões contra a mulher deixou de ser considerada um crime menor, punido com multa ou cestas básicas. Agora, a pena é de 1 a 3 anos na prisão. Além disso,o juiz pode obrigar o agressor a participar de programas de reeducação ou recuperação. Essa lei também criou novas formas de proteção à mulher ameaçada.
Segundo a lei, xingar, humilhar, ridicularizar, prender, chatagear, impedir de receber visitas, privar de alimento, saúde, obrigar a assinar documentos, entre outras atitudes é crime. Mas o agressor e vítima precisam ter algum tipo de vínculo íntimo afetivo (namorados, noivos, parceiros, assim como ex. em geral, mesmo morando em casas separadas).
Se o agressor for pego em flagrante, se o comportamento dele oferecer grande risco à mulher ou se ele for condenado ao final do processo, vai preso. A nova lei torna mais difícil a desistência.
Existem poucas delegacias da mulher funcionando no país. Por isso, as delegacias comuns têm a mesma obrigação de registrar o caso e dar início ao processo que as delegacias da mulher.
A lei oferece várias medidas para proteger a integridade física e o patrimonio da mulher. Ela prevê a saída do agressor de casa, a proteção dos filhos, direito de a mulher reaver seus bens e cancelar procurações feitas pelo agressor e até uma distância mínima para ele se manter em relação à vítima. Em casos extremos, o juiz pode direcionar a mulher para um abrigo - mas eles são em número muito pequeno.
A melhor forma de receber orientação é o telefone 180. Trata-se de um serviço gratuito, oferecido pela Secretaria Especial de politicas para as Mulheres. Funciona 24 hs por dia, orientando a mulher a buscar o apoio necessário. A ligação é gratuita e não é preciso se identificar.
Fonte:
www.falesemmedo.com.br
http://www.dhnet.org.br/direitos/sos/mulheres/cartilha_mulher.htm
http://www.violenciamulher.org.br/

Atendimento à Mulher
Delegacia Especial da mulher
R. Visconde do Rio Branco, 12, centro - RJ
Tel.: 3399-3372/3374/3376.
R. Joaquim Serpa s/n, Marco Dois
Tel.: 33993720
Pró-mulher
Atendimento gratuito
R. das laranjeiras, 430
Defensoria pública
R. Dom manuel, 25 3º andar, centro
Casa da mãe sem lar
Atende a parturientes desamparadas
Rua Bambina, 246, sala 3558, Botafogo
Disque mulher
Tel:2299-2121
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Tráfico de mulheres
O tráfico de mulheres e crianças é uma forma moderna de escravatura.Todos
os anos milhares de mulheres e crianças são levados de um país para outro, frequentemente da Europa de Leste para a Ocidental, como parte do comércio de seres humanos. Embora o principal objetivo deste comércio seja a exploração sexual, serve ainda como fonte de trabalho ilegal.
Os preconceitos e a sexualidade como tema tabu fazem com que as mulheres usadas pelo tráfico de sejam vistas como criminosas. Todo o sofrimento vivenciado por elas parece não ser suficiente para que a sociedade as reconheça como vítimas, o que é mais um dificultador no combate a esse tipo de crime.
Aurenice Nascimento Lima, advogada e professora de Relações Internacionais, comenta:
“É preciso ficar claro que, mesmo que a mulher saiba
que irá se prostituir,dificilmente fará idéia de que
estará sujeita ao cárcere privado, terá seu passaporte
recolhido pelo aliciador, será ameaçada de morte
pelos traficantes e utilizada no comércio de drogas ilícitas.”
Tomando como referência a Declaração Universal dos Direitos Humanos, os direitos não podem ser vendidos e, mesmo tendo concordado com a prostituição e assinado um contrato, essas mulheres são vítimas que precisam do cuidado do Estado e da Sociedade Civil.
Reportagem exibida pelo Jornal da Band em 2005 ...
pannun 22 set. 2007
- SOS Tortura 0800 707-5551
- Disque Sistema Nacional de Denúncia: 0800 99-0500
- Comitê de Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-Juvenil:(0xx61) 347 – 8524
- Delegacia da Mulher e Delegacias de Policia da Criança e do Adolescente
- Polícia Rodoviária
- Polícia Federal
- INTERPOL
Perfil Das vítimas
- A grande maioria das vitimas é do sexo feminino e negra; de baixa renda, com baixa escolaridade, habitam espaços urbanos periféricos, moram com algum familiar e têm filhos;
- Muitas nunca trabalharam como profissionais do sexo antes de serem traficadas, mas a maioria traz na sua história de vida experiências de violência física e psicológica como estupro, abandono, negligência, maus-tratos, abuso e exploração sexual, muitas vezes intrafamiliar.
Dos aliciadores
- A maioria dos aliciadores é do sexo masculino, entre 20 e 56 anos, e brasileiro.
- Os aliciadores brasileiros vêm de todas as classes sociais, alguns pertencem às elites econômicas, são proprietários ou funcionários de boates, e muitos “exercem funções públicas nas cidades de origem ou de destino do tráfico de mulheres, crianças e adolescentes”.
- Existem também aliciadoras, muitas vezes vítimas de tráfico que foram forçadas ou convencidas a chamar outras mulheres.
Fontes: Pestraf e Guia de Referência para a Cobertura Jornalística, da Andi
Sonho que vira pesadelo.
No livro intitulado: “Turismo, Sexual, Tráfico, Imigração - o que nós temos a ver com isso?”, foram entrevistadas mulheres nas praias e boates de Boa Viagem, bairro turístico do Recife (PE). Nos depoimentos, a realidade de quem passa dias e noites no contato direto com o turismo sexual.
Nunca mais quero um homem brasileiro, eles são muito violentos. (....)
Meu maior sonho é casar e sair do Brasil.”
“Estou arriscando a minha vida para ser feliz um dia.
Não só eu, mas a minha família. (...)
O amor de uma menina que arrisca a sua vida
só para procurar a felicidade.
Que Deus nos ajude.”
(Carmita)
São esses sonhos que fazem de algumas mulheres vítimas fáceis.
Os aliciadores têm muitas caras: estrangeiros que prometem um casamento lindo, brasileiros que oferecem um emprego legal,
amigas que falam de uma só chance na vida. As redes de exploração
muitas vezes escondem-se sob as fachadas de empresas
comerciais (legais e ilegais) do ramo do turismo, da moda, do
entretenimento, da indústria pornográfica, entre outras.
No entanto, o sonho vira pesadelo logo na chegada. Os donos de boates pagam a viagem, a hospedagem, as drogas. Só que eles querem tudo de volta, e num valor muito maior do que eles realmente gastaram. As mulheres chegam “na terra prometida” com uma dívida enorme e são obrigadas a fazerem programas para sair dessa situação.
As condições reais são muito precárias. As mulheres ficam sem a liberdade de ir e vir, muitas vezes presas em cárceres privados, os passaportes são tomados, elas são ameaçadas e separadas de suas famílias. Num outro país, fica difícil para elas procurar ajuda e denunciar , por causa da sua condição de imigrante ilegal no país de acolhimento e pela falta de conhecimento da língua.
“Conheci um alemão que prometeu me tirar desta vida.
Viajei com ele, mas não era nada do que ele tinha me prometido.
Tive que trabalhar muito, fazer, inclusive, alguns programas
para poder voltar para o Brasil, porque não suportava suas agressões.
Ele me violentava demais.”
(Cláudia)
Apesar de todo esse sofrimento, as mulheres que vivenciam esse tipo de violência não são vistas, muitas vezes, como vítimas, e como se não bastasse, também são alvos de muitos preconceitos.
Leia mais no site:
http://brasilien.ded.de/cipp/ded/custom/pub/content,lang,5/oid,7397/ticket,g_u_e_s_t/~/Reportagem_Tr%C3%A1fico_de_Mulheres.html
O tráfico de mulheres vem crescendo a cada dia. A informação ainda é a melhor defesa. Selecionei algumas matérias publicadas recentes sobre o assunto.
- Agência de modelos alerta contra tráfico de mulheres
- PF desarticula quadrilhas de tráfico de mulheres
- Internet é arma contra o tráfico de mulheres
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Violência contra a Mulher
o agressor, na maioria dos casos, é alguém muito próximo.
Alguns anos, pouquíssimas mulheres tinham a coragem de denunciar. Mulheres de todas as idades,
de todas as classes sociais, famosas ou não, conhecem alguém ou já sofreram algum tipo de agressão.
Então, por que essas mulheres "acabam perdoando" seus agressores? Basicamente por dois motivos: por estarem
completamente aterrorizada e pela dependência econômica.
As situações que essas mulheres enfrentam são reais e sofridas.
Algo tipo "dormindo com o inimigo".
O sonho de amor que se torna pesadelo.
Quantas essas mulheres acabarão mortas?
De: vbson Adic. em: 28. nov. 2007
- 51% conhecem ao menos uma mulher que é ou foi agredida pelo companheiro;
- 33% apontam a violência contra a mulher dentro e fora de casa como o problema que mais preocupa a brasileira na atualidade;
- 75% consideram que as penas aplicadas em casos de violência contra a mulher são irrelevantes;
- 65% acreditam que atualmente as mulheres denunciam mais quando são agredidas. Destes, 46% atribuem o maior número de denúncias ao fato de que as mulheres estão mais informadas e 35% acham que é porque hoje elas são mais independentes;
- 64% acham que o homem que agride a mulher deve ser preso;
- 49% concordam que, de maneira geral, a Justiça brasileira pune os agressores e 60% acham que isso acontece nos casos de homicídios de mulheres.
- Delegacia da Mulher
- Serviço De Atendimento à Mulher
- Amigos e Família
- Associações e Grupos de Mulheres
- Hospital e Posto de Saúde
- Igreja / Líder religioso
- Atendimento 180
Vídeo: Mônica Souza ( monicaiedv) Adic. em: 14. jul. 2007
Não existe mulher que goste de apanhar
o que existe é mulher humilhada demais para denunciar;
machucada demais para reagir;
pobre demais para ir embora.
De: odacir27
Adic. em: 8 março 2008
E nenhum deles para sofrer violências.
Não pactue com essa covardia!
Ligue 180 ou procure a Delegacia da Mulher.
Disque Mulher (RJ):22992121



