sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Não tente entender a alma de uma mulher...

Não tente entender a alma de uma mulher sem antes amá-la.

Somente quem ama uma mulher em sua essência

pode compreender o que lhe passa na alma.

Não estou me referindo ao amor carnal,

este tudo o que enxerga é a aparência, o exterior.

Para se entender uma mulher, precisa enxergá-la.

Ir bem fundo, impregnar-se,

desvendar todas as camadas até atingir-lhe a alma,

o que nela está oculta.

Poucos homens sabem amar uma mulher.

Poucos serão capazes de penetrar-lhe na alma.

Passarão a vida sem entendê-la.

Sua namorada, esposa, companheira, amiga, mãe, irmã

nada mais são do que completas estranhas.



Muitas mulheres também são incapazes

de conhecer a alma feminina.

São estranhas de si.

Ao menos são capazes de se amarem, se respeitarem.

Estão perdidas num mundo irreal,

presas a aparências, escondidas de si mesmas.

E passaram pela vida sem se conhecerem realmente.

Se deixando corromper, usar-se como mero objeto,

seduzir-se, enganar-se por uma fantasia.

Numa fuga alucinante e insensata.

Poucas se dão conta disso.

Esqueceram o que é ser uma mulher, em sua plenitude;

o que isso significa.

Se afastando cada vez mais de sua essência,

tornando-se vazia, oca.

Apenas um corpo sem alma.


A perfeita negação do ser.

Profanando o sagrado.



Outras desconhecem completamente tal significado.

As mulheres que deviam transmitir-lhes tais conceitos

falharam na missão por ignorância ou

simplesmente por negarem tal conhecimento.

Se deixaram corromper por falsas promessas,

por atitudes impensadas

afastando-se de sua essência.

Valores errôneos foram passados a estas meninas

como se fossem legítimos, genuínos.

E cada vez mais a essência feminina e sagrada é enterrada,

jogada num abismo sem fundo.




Outras, apesar das adversidades,

carregam tal sabedoria enraizado em si.

Estas ouvem a voz da alma que as orienta e

as aproxima de si mesmas.

São a esperança de que tal conhecimento

não se perderá no espaço nem no tempo.

São sacerdotisas,

guardiãs do conhecimento milenar

encarregadas de manter o equilíbrio cósmico.

São mulheres únicas, especiais, inteiras.



Ser mulher não está na aparência,

ter roupas da moda, um corpo sarado,

ser desejada, ter status, gerar filhos,

“conseguir” um bom casamento,

ser amada ou ser bem-sucedida na carreira.

Várias mulheres têm tudo isso

e se sentem vazias, infelizes.




As mulheres, antes sufocadas, reprimidas,

tornaram-se mulheres independentes,

donas de seus desejos e vontades.

Lutamos tanto por igualdade,

mas esquecemos de preservar

valores básicos à nossa natureza.

Não somos superiores aos homens, nem inferiores.

Somos diferentes.

E devemos preservar estas diferenças.

Tais diferenças é que nos tornam especiais, únicas.




Sei que poucos entenderão o teor das minhas palavras.

E isso é até natural no mundo em que vivemos,

onde valores primordiais foram esquecidos,

negados, rejeitados, distorcidos.

Tudo passou a ser muito normal, corriqueiro.


Tudo o que importa é o TER,

o status, a beleza fugaz.

Não importa o preço que se paga por isso.

O SER perdeu sua importância.

Não é à toa que vivemos num caos.

Estamos colhendo apenas o que plantamos,

por desprezar princípios básicos à vida.

É o preço que temos que pagar

por nossa falta de responsabilidade

diante à vida e ao planeta.

Por acaso nos tornamos deuses?

Esquecemos, ou melhor, preferimos ignorar que

para ter liberdade é necessário ter,
antes, responsabilidade.

Somos tão arrogantes

que desafiamos às leis do universo.



Pobres mortais!

Não passamos de poeira cósmica neste vasto universo.

Seríamos aniquilados uma fração de segundos.


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Joana D'arc










A M e n i n a


A G u e r r e i r a,


A H e r o í n a,


A M u l h e r


De: JOhanka1412
Adic. em: 27 fev. 2007



"Joana d'Arc (em francês Jeanne d'Arc)
(Domrémy-la-Pucelle, 6 de janeiro 1412 — Ruão, 30 de maio 1431),
por vezes chamada donzela de Orléans,
é a santa padroeira da França e foi uma heroína da Guerra
dos Cem Anos, durante a qual tomou partido pelos Armagnacs,
na longa luta contra os borguinhões e seus aliados ingleses.
Descendente de camponeses, gente modesta e analfabeta,
foi uma mártir francesa canonizada em 1920,
quase cinco séculos depois de ter sido queimada viva.

Segundo a escritora Irène Kuhn,
Joana d'Arc foi esquecida pela história até o século XIX.
Joana foi tratada como uma bruxa por Shakespeare;
Voltaire escreveu um poema satírico
, ou pseudo-ensaio histórico,
que a ridicularizava, intitulado La Pucelle d´Orléans" ou
"A Donzela de Orléans pervervativus cuetara


De: silviomonteiro
Adic. em: 22. maio 2008


Joana d´Arc permanece como testemunha de milagres
que pode realizar uma pessoa,ainda que
animada apenas pela energia de suas convicções,
mesmo adolescente, pastora e analfabeta,
de modo que seu exemplo guarda um valor universal.



"Eu confio no meu Juiz,
que é o Senhor do céu e da terra."
(Joana D'Arc)



Literatura
  • A Vida de Joana d'Arc, de Érico Veríssimo
  • Joana D'arc, Twain, Mark / RECORD
  • Joana D'arc - Coleção Breves Biografias - Gordon, Mary / OBJETIVA
  • Joana D'arc - Aldo Brunetti / VILLA RICA

Televisão
  • Joan of Arc (1999), filme de Leelee Sobieski




Cinema

  • Jeanne d'Arc - França, 1899 - Direção: Georges Méliès -Elenco: Jeanne d'Alcy. - 10 min.
  • Joan the Woman - EUA, 1917 - Direção: Cecil B. de Mille -Elenco: Geraldine Farrar, Raymond Hatton. - 138 min.
  • La Merveilleuse Vie de Jeanne d'Arc - França/ Alemanha, 1929 -Direção: Marco de Gastyne - Elenco:Simone Genevois, Fernand Mailly. - 125 min.
  • La Passion de Jeanne d'Arc ( O Martírio de Joana d'Arc) - França,1928 - Direção: Richard Widmark - Elenco: Maria Falconetti, Eugene Silvain - 110 min.
  • Joan of Arc (Joana d'Arc) - EUA, 1948 - Direção: Victor Fleming - Elenco: Ingrid Bergman, Francis L. Sullivan, J. Carrol Naish - 145 min.
  • Giovanna d'Arco al al rogo - Italia / França, 1954 - Direção: Roberto Rossellini - Elenco: Ingrid Bergman, Tulio Carminati - 80 min.
  • Saint Joan (Santa Joana) - EUA / Reino Unido, 1954 - Direção: Otto Preminger - Elenco: Jean Seberg, Richard Widmark, John Gielgeud - 110 min.
  • Procès de Jeanne d'Arci (O Processo de Joana d'Arc) - França,1962 - Direção: Robert Bresson - Elenco: Florence Delay, Jean- Claude Founeau - 65 min.
  • The messenger: The Story of Arc ou Jeanne d'Arc (Joana d'Arc de Luc Besson) - França, 1999 - Direção:Luc Besson - Elenco: Milla Jovovich, John Malkovich, Faye Dunaway, Dustin Hoffman - 124 min.
De: crashnious Adic. em: 22. set. 2006

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Musas do Arco-íris




Sete cores do Arco-íris
Sete raios
Sete véus
Sete pedras preciosas
Sete notas musicais

Sete personalidades
Sete mulheres
Sete ninfas
Sete musas


Fabi,
A ROSA
a primeira delas.
o início de tudo.
A primeira nota musical
Sua cor? O vermelho
A cor da paixão, da energia, do coração.
Um rubi.
Pedra preciosa.

Musa da VIDA.
ALMA DE MULHER



RE,
A segunda nota musical
Dama da Noite
Belo Jasmim
de suave perfume
Ninfa das águas
Musa da emoção.
Sua pedra?
A ESMERALDA
Pedra do amor e da sensualidade
Sua cor? O laranja
A cor da criatividade, do entusiasmo, do equilíbrio
ALMA DE MULHER


Mayra,
a terceira delas.
Musa da amizade, da alegria.
Raio de sol
Olho de Tigre,
Pedra preciosa
GIRASSOL

Sua cor? O dourado
Amarelo Ouro
A cor da prosperidade, da inteligência, da felicidade
A terceira nota musical
ALMA DE MULHER


Kami,
Bela Orquídea


Guardiã da Virtude
Água-Marinha
Musa da Primavera
A quarta nota musical
Sua cor? O verde
A cor da juventude,
da natureza, da esperança.
ALMA DE MULHER


Evelyn,
Lírio do Nilo


Filha da terra
Musa da Harmonia,
dos grandes ideais.
A quinta nota musical
Sua cor? O azul
A cor da cura, da tranquilidade,
da liberdade, do infinito.
Safira azul
ALMA DE MULHER


Paloma,
Pomba amiga

a nossa sexta musa.
A sexta nota musical
Filha de Júpiter
Sua cor? o índigo
A cor da Sabedoria.
Sua pedra? Ametista
Pedra preciosa Sua flor? Margarida
Musa do pensamento,
da razão.
ALMA DE MULHER


Bella,
a sétima musa.
Filha de Netuno
Musa dos Sonhos
Pedra da lua
Sua cor? Violeta
A cor da simplicidade
Delicada flor
A última nota musical
ALMA DE MULHER



Zana,
Simplesmente mulher
A pura Essência Feminina

Flor da Flor
Guardiã do portal do Arco-íris
Anjo Protetor


Fada da luz
Diamante branco
Personificação da mulher
Uma em todas
Todas em uma
Ser sublime
Deusas.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Mudança na Língua Portuguesa

Em 16 de dezembro de 1990, foi assinado em Lisboa, um acordo Ortográfico por Portugal, Brasil, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e, posteriormente, por Timor Leste. E estará em vigor no Brasil a partir do próximo ano. Esse acordo é meramente ortográfico; portanto, restringe-se à língua escrita, não afetando nenhum aspecto da língua falada.

De: fernandomcadete Adic. em: 5 . julho . 2008
Novas regras
  • Mudanças no alfabeto
O alfabeto completo passa a ser: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V WX Y Z

  • Trema
Não se usa mais o trema (¨). O trema só permanece nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Ex.: Müller, mülleriano.
  • Mudanças nas regras de acentuação
1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas
ex.: alcatéia- alcateia; apóia (verbo apoiar)- apoia; apóio (verbo apoiar)- apoio; bóia- boia; colméia- colmeia; Coréia- Coreia; estréia- estreia; geléia- geleia; heróico- heroico; idéia - ideia; jibóia - jiboia; jóia- joia; odisséia - odisseia; platéia - plateia.

Atenção: As palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis continuam sendo acentuadas.
Ex.:
herói, heróis, troféu, troféus.

2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo.
ex.: feiúra feiura

3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s).
abençôo - abençoo; crêem (verbo crer)- creem; dêem (verbo dar) -deem; enjôo- enjoo; lêem (verbo ler) - leem; magôo (verbo magoar) - magoo; perdôo (verbo perdoar)- perdoo; vêem (verbo ver) - veem; vôos- voos

4. Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/ pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.

5. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.

6. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guar, quar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir etc.

  • Uso do hífen

Regra básica

- Sempre se usa o hífen diante de h: anti-higiênico, super-homem.
Exceção: subumano (nesse caso, a palavra humano perde o h).


Outros casos

1. Prefixo terminado em vogal:
• Sem hífen diante de vogal diferente: autoescola, antiaéreo.
Exceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar, coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.

• Sem hífen diante de consoante diferente de r e s: anteprojeto, semicírculo.
Atenção: com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen.
Ex.: vice-rei, vice-almirante etc.

• Sem hífen diante de r e s. Dobram-se essas letras: antirracismo, antissocial, ultrassom.
• Com hífen diante de mesma vogal: contra-ataque, micro-ondas.

2. Prefixo terminado em consoante:
• Com hífen diante de mesma consoante: inter-regional, sub-bibliotecário.
• Sem hífen diante de consoante diferente: intermunicipal, supersônico. • Sem hífen diante de vogal: interestadual, superinteressante.


Observações

1. Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r sub-região, sub-raça etc. Palavras iniciadas por h perdem essa letra e juntam-se sem hífen: subumano, subumanidade.

2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc.

3. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como girassol, madressilva, mandachuva, pontapé,paraquedas, paraquedista etc.

4. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen: ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar, recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular, pró-europeu.

5. Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Ex.: ponte Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo.

6. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte.
Ex.: Na cidade, conta--se que ele foi viajar. O diretor recebeu os ex--alunos.

Fonte: Ed. Melhoramentos


De: elcritra
Adic. em:

sábado, 8 de novembro de 2008

Falando de Mulher



A Mulher é Mestra do homem.



A Mulher é Mestra do homem.

Jamais governanta.


A mulher que sabe amar não irrompe nem interrompe.

Surge, suave.


A mulher que sabe amar

sabe ser mãe e ser um furor na cama.


A mulher que sabe amar jamais se deixa subjugar.

Nem subjuga.


A mulher que sabe amar sabe que não basta ter razão.

Precisa saber ter razão.


A mulher que sabe amar

é o ser mais elevado que há na Terra.


A mulher que sabe amar

cala quando sabe não ser compreendida e fala na hora certa.


A mulher que sabe amar jamais diz:

‘Eu bem que avisei que não ia dar certo’.


A mulher que sabe amar

compreende os filhos e, sem pretender, ensina amor ao marido.


A mulher que sabe amar

por ser superior não se preocupa em mandar: predomina.


A mulher que sabe amar

não obedece cegamente: ou compartilha ou arrefece.


A mulher que sabe amar

sabe tanto de moda quanto de arte, quanto de dengo.


A mulher que sabe amar

educa sem reprimir e orienta sem impor.


A mulher que sabe amar

fala baixo, não usa perfumes exagerados e ama a alma.


A mulher que sabe amar

conversa com Deus e partilha com a família.


A mulher que sabe amar

tem orgasmo e é abençoada pela bondade.


A mulher que sabe amar

não faz alarde de sua superioridade sexual sobre o homem.


A mulher que sabe amar

é a responsável pela sobrevivência da espécie humana.


A mulher que sabe amar

se o homem trair não perdoa, compreende.

Mas separa.


A mulher que sabe amar jamais ouvirá de seu marido a frase:

‘Eu não tenho opiniões: tenho esposa’...



(Arthur da Távola)


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Vídeo do Mês



ALMA DE MULHER


Depois de assistir a tantas atrocidades contra à mulher, encontrei um vídeo, ou melhor, um poema de um autor desconhecido que retrata a alma feminina, pelo menos parte dela.
O autor do vídeo foi muito feliz na escolha da música e nas imagens, que casou-se perfeitamente com o poema.

De: ntdomingues
Adic.em: 11. abril. 2008