terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
O que as mulheres querem?
Dedico este texto a todos os meus compatriotas e não compatriotas sofredores portadores dos cromossomos xy e que passam sua triste existência tentando descobrir a resposta a uma simples, porém complexa pergunta. O que venho fazer aqui hoje é responder a um dos grandes mistérios da humanidade.
Qualquer ser humano do sexo masculino maior de quatorze anos heterossexual se pergunta: O que as mulheres querem?
Pois juntamente com esta pergunta e outras como: De onde viemos? Para onde vamos? E quem somos? Nos assombram durante séculos. No que diz respeito às perguntas de onde viemos, para onde vamos e quem somos ainda não sei a resposta, deixo isso para que os estudiosos, religiosos, filósofos, ou qualquer outro as respondam. Mas para a mal fadada pergunta: O que as mulheres querem? EU SEI a resposta.
Acredito que para muitos homens a resposta para esta pergunta será ridícula, absurda a primeira vista. Mas tenho certeza que após apenas alguns minutos de reflexão vocês concordarão comigo e lembrem-se, dizem que é aquele que enxerga o óbvio. E a beleza do que vou revelar para vocês está exatamente na sua simplicidade.
Li certa vez que os homens têm em média 10 milhões a 20 milhões de neurônios a mais que as mulheres e confesso que precisei utilizar cada um deles para poder responder esta pergunta. Além é claro do conhecimento prático do assunto, pois como disse Martinho da Vila já tive mulheres...
Sempre acreditei que a única maneira das mulheres se igualarem a nós homens, alcançarem nosso nível, seria se rebaixando. E como elas sempre foram melhores em tudo o que fazem, até neste quesito elas já nos ultrapassaram. Já fazem coisas que muitos homens se envergonhariam. E se você perguntar por que você esta fazendo isto? Ela vai dizer: se eu não fizer ele vai procurar outra que faça.
Não me levem a mal. Eu simplesmente AMO,ADORO, as mulheres, mas como dizia Chaplin não às admiro. O tio do homem-aranha já dizia junto como um grande poder vem uma grande responsabilidade. Elas são academicamente melhores, têm mais sensibilidade, são mais inteligentes, incontestavelmente mais belas, mais educadas e tem o maior poder de todos que é gerar outra vida. E o que elas fazem com esse poder todo, nada.
Não temos uma mulher presidenta no Brasil, e no mundo são poucas, elas continuam ganhando menos que os homens mesmo exercendo as mesmas funções e muitas vezes melhor que os homens. Necessitam de uma delegacia especial para defender aquilo que é direito de todo ser humano, a vida. E toda vez que se levantam estas questões a resposta é sempre a mesma. O mundo é machista. Pois bem o machismo assim como a hemofilia é uma doença da qual o homem padece, mas é transmitido pelas mulheres.
Quanto mais programas e propagandas que se façam contra a gravidez, principalmente na adolescência, mais elas engravidam. E não adianta dizerem que são necessários dois para brigar, pois se a decisão de se fazer ou não sexo dependesse dos homens a humanidade ainda estaria na idade da pedra. E eu provo isto.
Para um homem não engravidar uma mulher ele pode usar camisinha ou não. Para uma mulher não deixar que um homem a engravide ela pode usar o Dil, obrigar o homem a usar camisinha, tomar anticoncepcional, usar a tabelinha e não transar. Mas mesmo assim elas engravidam e a culpa é dos homens.
Desculpem, sei que fugi ao assunto que me trouxe aqui hoje que é responder: O que as mulheres querem? É que quando gostamos muito de um assunto acabamos extrapolando um pouco. Vamos lá.
Pelo fato do mundo ser machista crescemos ouvindo inúmeras coisas sobre o que elas querem como dinheiro, poder, fortuna, carro, casa, mas podem acreditar que tudo isso é balela, papo furado, conversa para boi dormir. Não significam nada. Absolutamente nada.
O que elas querem são apenas duas coisas. Com essas duas coisinhas, que revelarei agora para vocês, QUALQUER homem terá QUALQUER mulher do mundo NÃO IMPORTA se você é alto, baixo, gordo, magro, rico, pobre, bonito ou feio. Dando a elas essas duas coisas vocês as terão eternamente. E isto serve para qualquer tipo de relação seja ela paquera namoro ou casamento.
Preparados então vamos lá.
O que as mulheres querem?
ATENÇÃO e CARINHO.
http://www.autoresbrasileiros.com.br/2009031016670/Cronicas/Cronicas/o-que-as-mulheres-querem.html
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
As Mulheres de Willian Shakespeare

Falar de Willian Shakespeare é falar de Elizabeth I. A obra do maior escritor da língua inglesa floresceu sob o reinado dessa mulher. Mulher forte, inteligente, culta, grande apreciadora de arte, principalmente do teatro. Graças a ela, Shakespeare teve a oportunidade necessária para mostrar o Grande Autor que era.
Shakespeare revolucionou o teatro. Oficialmente escreveu 37 peças, 154 sonetos, além de dois longos poemas narrativos (“Vênus e Adônis” e “A violação de Lucrecia”); no entanto há indícios de que tenha colaborado com uma série de outros. Sua obra é magnífica, poética, refinada, popular, completa. Em seus textos há magia, ação, essência humana. Podia ficar horas imersa em seu universo.
Navegou como poucos na natureza humana. Criou grandes personagens. Personagens tão ricos que transcendem as limitações do tempo. Tão marcantes que esquecemos que eles são apenas fictícios, tamanha é sua genialidade. Mergulhando no universo de Shakespeare, percebemos que a MULHER tem um papel de destaque. Seja na tragédia ou na comédia.
Desdêmona (Otelo, o mouro de Veneza), Cordélia (Rei Lear), Julieta (Romeu e Julieta), Helena (Tudo está bem quando termina bem / bom é o que bem acaba), Isabela (Medida por medida), Adriana (A Comédia dos erros); Catarina (A megera domada), Beatriz (Muito barulho por nada), Viola ( Noite de reis), Rosalinda (Como quiseres), Porcia, Jéssica e Nerissa (O mercador de Veneza), Hérnia e Helena (Sonho de uma noite de verão), Gertrude (Hamlet), Imogênia (Cimbeline), Ofélia... todas mulheres de Shakespeare.
As mulheres de Shakespeare têm a língua afiada e personalidade como a “Megera domada”. Podem ser decididas e autoconfiantes. Encantadoras como Julieta ou submissas e obedientes como Desdêmona. Possui qualidades masculina e feminina. Ser independentes, com traços feministas como Catarina e Beatriz. Ou extremamente ambiciosas como Lady Macbeth (Macbeth). Também podem ser doces e castas como Marina (Péricles) e Miranda (A tempestade). As mulheres de Shakespeare são apaixonadas e dispostas a lutar por seu amor como em "Os dois cavalheiros de Verona" . Vestir-se de homens, transgredir costumes, participar de jogos políticos, passar-se por loucas. As mulheres de Shakespeare possuem inúmeras facetas. São inusitadas, enigmáticas, únicas.
Quem não conhece a história dos amantes de Verona? Uma história real que ganhou notoriedade nas mãos do escritor inglês. Julieta, a doce Julieta. A menina que se tornou uma mulher capaz de transgredir convenções em defesa de seu amor. Um amor eternizado.
Uma outra personagem marcante, controversa, que já gerou discussão, é Catarina – A Megera Domada. Através dela, Shakespeare defende os direitos da mulher e critica o machismo com muito humor.



Ah, as mulheres de Shakespeare...
Passo a palavra ao autor.
“Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Ás vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.
(Soneto 17 – Willian Shakespeare)

As mulheres de Shakespeare viverão para sempre, em suas obras.
Um gênio. Um mestre para outros.
Leitura obrigatória.
(Kris Rikardsen)
http://www.autores.com.br/index2.php?option=com_flashmagazinedeluxe&Itemid=0&task=show_magazine&mag_id=3
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
MULHER "GENTE BOA"
Texto de Luciana Vidal
Meu amigo é um cinqüentão charmoso com jeito de moleque. Um cara alto-astral, criativo e de raciocínio rápido, que faz jus ao apelido de corisco (raio que cai do céu, trovão, relâmpago).
Mulherengo por natureza, passou a vida colecionando amores, mas nunca se prendeu a nenhum. Quando mais jovem, era figurinha carimbada na zona. Agradava tanto as mocinhas de "vida fácil" (ou difícil?) que logo se tornava amigo delas. Emprestava carro, guardava o dinheiro desviado dos cafetões, ouvia as reclamações dos programas mal sucedidos, enfim, tinha passe livre no submundo da prostituição. Em cada noitada, ensinava e aprendia com elas. Bebia e "comia" de graça.
Mas um grave acidente mudou completamente o rumo de sua vida. Durante vários meses, conviveu com o pesadelo de que "talvez" nunca mais voltaria a andar. O médico recomendou sessões de fisioterapia, na tentativa de reverter o quadro.
A profissional contratada logo tratou de animá-lo, dizendo que conhecia um especialista "fera" no assunto e que ele poderia, sim, recuperar os movimentos das pernas. Resultado: seguiu o tratamento direitinho, voltou a andar e ainda fisgou o coração da fisioterapeuta. Ou teria sido fisgado por ela?
Pouco tempo depois, ele e seu "anjo da guarda" juntaram os trapos, os filhos de relacionamentos anteriores (um dele e dois dela) e formaram uma bela família, com direito a cachorrinho de estimação e tudo!
Dias atrás, conversando com meu ex-boêmio amigo, ele me disse:
- Lu, tem uma doutora dando mole pra mim.
- É? E você?
- Ah... Se fosse em outra época eu chegava junto!
- E agora?
- Não dá. Minha mulher é muito "gente boa".
Em outras palavras, meu querido amigo quis dizer: "Sou apaixonado pela minha esposa e ela não merece isso". Confesso que senti uma pontinha de inveja da fisioterapeuta "gente boa" que ele arranjou. Pela transformação que fez na vida do meu amigo, ela deve ser muito boa mesmo!
Depois da nossa rápida prosa, fiquei pensando: Será que estou sendo "gente boa" pro meu marido também? Seria esse o segredo da tão sonhada fidelidade matrimonial?
Não sei...
E você? Está sendo "gente boa" pro seu?
http://www.autoresbrasileiros.com.br/200809189186/Cronicas/Cronicas/mulher-qgente-boaq.html
domingo, 7 de fevereiro de 2010
O relato de uma Mulher que acabou de cumprir pena e saiu da prisão
Por: Elizabeth Misciasci
Como Egressas, após o cumprimento de suas penas, cada Mulher tem uma forma diferente de olhar “a nova realidade.” Isso porque, as que cumprem penas muito extensas, perdem muito mais a noção do mundo fora das grades do que as que ficam menos tempo encarceradas.
Embora as mudanças comportamentais, se manifestem em todas, algumas por ficarem menos tempo encarceradas, já conhecem os avanços tecnológicos e as obras construídas que se destacam em meio às metrópoles ou mesmo as pequenas cidades.
Roseli passou doze anos na condição de pessoa presa, seu delito: Artigo 121 do C.P.P., ou seja, Homicídio. Muito do que viu e viveu nas unidades prisionais pela qual passou, sabe que nunca ira esquecer, mais já em liberdade há um ano e três meses, tenta recomeçar sem martirizar o drama que viveu.
O nome fictício no real relato de "Ana Elisa", que cumpriu o mínimo que o artigo impõe.
-“Fiquei presa doze anos, por homicídio. A vida na cadeia nos limita e quando saí pude perceber que perdi a noção de quem eu era. Minha liberdade parecia algo impossível, e com o tempo fui me adaptando à cadeia como o próprio sistema nos impõe. Claro que assistia televisão, e por meio dela, tinha uma noção muito pequena do mundão aqui de fora.
A hora que meu nome foi gritado a galeria, já fiquei com medo, não sabia o porquê me requisitavam naquele horário, porque as trancas que se fecham as 18h00min já tinham “batido” há muito, até a contagem há havia sido feita.
Quando nos chamam, principalmente depois do horário da contagem é pra ter receio... Mais na verdade, era pra arrumar minhas coisas, porque meu alvará de soltura havia sido expedido. Na hora, não pensei nada, fiquei em estado de choque e os meus pertences, que não passavam de cartas e uma bolsa velha, foi o que peguei com a maior rapidez.
Não dá tempo de se despedir das amigas que fazemos mais no meu caso, por ser antiga na unidade, as meninas gritavam felizes e puderam acenar pela boca da cela. Berrei para as que ficaram e sai... Na prisão, eles dão com muita má vontade (nem sempre lógico) um único telefonema pra que alguém que a gente indique, possa nos buscar. Como não pode ser numero de telefone celular, dei o telefone da minha cunhada. Ela nunca me visitou, mais eu sabia que meu irmão receberia o recado.
Sai com o uniforme da cadeia, um passe de ônibus que um agente penitenciário me deu e com “meus estimativos pertences”.
Já no portão da cadeia, fiquei perdida entre o lado de dentro e a rua. Tinha perdido a noção das horas, porque na cadeia o tempo não passa, e imaginava que seriam muitas as horas que eu teria que esperar. Olhava com vontade de andar, mais não conseguia sair do lugar, o pânico das luzes que ofuscavam minha vista, tão acostumada com o amarelão do cárcere, deixava a sensação estranha de que eu não estava vivendo nada daquilo. Pensei que tinha morrido e estava em outra vida, cheguei até a pensar em me jogar debaixo de um carro, pra ter certeza que não era devaneio.
Até que com toda a grosseria normal o guarda da portaria, mandou-me sentar em outro lugar, ele não me queria no portão. Tudo bem, faz parte.
Não vou dizer que fiquei infeliz não, porque ao receber o estúpido advertido, tive a certeza que estava de fato livre.
Quando meu irmão chegou com a minha cunhada, me abraçou e choramos, mais não é assim com todas. Muitas não conseguem avisar ninguém e saem vagando pelas ruas, perdidas.
Meu irmão foi sensacional, mais naquela noite não falei com a minha mãe, (moramos hoje eu, ela e meu irmão caçula) fui para a casa do meu irmão. Ele pediu pizza, quantos anos que eu não sabia o que era uma fatia de pizza...
Tive receio do que me esperava, achava que estava escrito na minha testa, ex-presidiária, particularmente eu acreditava que teria que dar explicações a cada um que cruzasse meu caminho, afinal, doze anos são doze anos. Eu pensava o que as pessoas vão dizer? O que eu irei falar?
Fiquei inventando histórias pra responder caso fosse questionada, mais ninguém me perguntou nada! Afinal, minha família e as pessoas próximas, sabiam o que eu tinha feito e ninguém ficou me apontando. Só, que eu precisava sentir (e ao mesmo tempo não queria) a reação de todos que eu iria encontrar.
Imagina doze anos na prisão, não sabia o que era um computador, uma câmera digital, não imaginava o brilho a mais que a cidade ganhou.
Tanto tempo presa, perdi minhas referencias como ser humano, tinha pressa em resgatar o tempo perdido, precisava regularizar meus documentos, fazer um curso, arrumar trabalho, recomeçar.
Como se fosse fácil... E eu ainda tive sorte, porque minha formação antes da prisão foi muito boa. Recebi uma educação com base e tentei não me influenciar completamente pelo cárcere, mais a maioria das mulheres que saem, encontra outra realidade, sem perspectivas e abandono mesmo.
Não fui atrás das velhas amizades, porque estas nunca me escreveram e o fundo a gente sabe que a discriminação acontece e não podemos obrigar as pessoas a entenderem.
Hoje, estou cursando secretariado e trabalhando em uma loja de artigos importados mais não foi fácil, passei pelo tele marketing (quase todas passam) e estou formando novo rol de amigos.
Dessas pessoas novas que me cercam e entraram na minha vida, nunca revelei meu passado, não tenho coragem. Pode ser que daqui uns anos eu resolva mostrar a minha cara e a minha história de vida, sem receio, por enquanto ao posso. Infelizmente, nem todos compreenderiam e eu não tiro a razão de ninguém, mais também não “estou a fim” de dar mais explicações ou passar por interrogatórios de curiosos, correndo o risco ainda, de perder a pouca oportunidade que a vida por si só esta me dando.
Recomeçar é difícil sim, quero frisar, eu sou uma das pouquíssimas exceções das que saem dos presídios depois de cumprirem suas penas, e conseguem uma oportunidade de resgate social. Ainda não me encontrei completamente, faço terapia e espero conquistar muitas coisas sonhadas desde a infância.
Como minha experiência gostaria de deixar uma mensagem, para que as mulheres, principalmente as meninas, que estão envolvidas com “gente errada” não pensem que alguns casos viram manchetes de jornais e tornam umas acusadas famosas, crente ser isso bacana. Não existe lugar pior que cadeia, e “Estrelas do crime é ficção”... Nada vale mais do que nossa liberdade de ir e vir. Saibam que o que se perde pelos anos na cadeia, não se recupera jamais”.
Elizabeth Misciasci (http://www.jornalista.eunanet.net)
Publicado no Recanto das Letras em 01/06/2008
http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/1014301
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
MULHER
Ser sublime, fidalgo e angelical...
Mesmo na luta não perde a ternura...
Às vezes não se defende à altura...
Conhecendo resultado quase letal...
Em instantes tem reflexo paradoxal...
Inclusive ferocidade atura...
Tem atitude repleta de brandura...
É partícipe, tenaz, tem potencial...
Ainda que por aspiração proposital...
Ratificando espantosa doçura...
Denotando tolerância circunstancial...
Se inclui, por ser competente, no social...
Mantendo fineza, amor e candura...
Ela é uma criatura fenomenal.
Arimatéia Macêdo – www.arimateia.com
Website: http://www.arimateia.med.br/ensaios/arimateia.htm
Contato: E-mail: arimateia@gmail.com
Meus caríssimos pares,
Homenageio todas as mulheres.
Em especial minha esposa Janilda.
Companheira, amiga, tudo...
Vocês mulheres são sem definição objetiva.
Aguardo o comentário, crítica e voto.
Um abraço fraterno.
Arimatéia.